Gosto de ti... gosto dos teus olhos, das tuas maos, da tua expressao quando sorris... gosto de ti e dos teus silencios, gosto das tuas ausencias quando sei que voltas para mim, gosto de te sentir por perto e de saber que sentes a minha falta.... gosto de ti, das tuas palavras, das tuas manias, gosto das memorias que tenho de ti e das que sei que tens de mim... gosto de ti quando sinto saudades, quando escrevo o teu nome numa folha em branco, quando sorrio ao imaginar o que estaras a fazer... gosto de ti... so nao gosto que digas que so gosto de mim!
martedì 29 novembre 2005
martedì 22 novembre 2005
NOMADI D'AMORE
- “O Beijo” - ouvi uma voz e virei-me assustada. O que vi sobressaltou-me ainda mais. Nao podia acreditar... ali estava ele, a minha frente, como se o tempo nao tivesse passado, como se tudo se mantivesse como antes, quando as nossas horas corriam entre a arte e o desejo urgente.
- Auguste Rodin, 1886! – repetimos em coro, como costumavamos fazer.
- Andas a procura de alguma coisa especifica? – perguntou, olhando a gravura e tirando-me o livro da mao.
- Pintores e escultores franceses do sec XIX! – respondi timidamente.
- Hmmm... uma excelente escolha! – disse entregando-me o livro e sorrindo. – Vejo que sabes onde procurar.
- Tive um bom professor!
Sorriu e avançou na minha direcçao parando poucos centimetros antes de me tocar. Pude observa-lo perfeitamente, o mesmo rosto delineado, fortemente masculino, salpicando de uma barba de tres dias, ligeiramente mais branca do que me lembrava. O cabelo continuava curto como lho conhececera, grisalho, e a pele perfumada, com o mesmo cheiro suave de sempre.
Quem me dera saber quanto tempo passou desde o primeiro olhar na Fnac do Chiado ate ao momento em que ele se desenvencilhava atabalhoadamente da minha blusa e a atirava para junto da cama. Diria que nao demorara nem um minuto... estava confusa, sentia as maos dele em todo lado, como se nao fossem simplesmente duas, mas uma centena, era uma tortura e eu ja nao queria esperar. Puxei-o para mim, mas ele resistiu.
- Nao sejas impaciente... – sussurrou. Mas eu era... desde sempre.
- Chega, por amor de Deus! – desta vez nao o deixei replicar.
E foi um mar de recordaçoes aquele em que mergulhei. Ja nao me lembrava do contraste da minha urgencia com a paciencia dele, do talento da maturidade, da arte de quem sabe bem o que faz...
- Nao queres ficar mais um bocadinho? – perguntou.
- Tenho de ir trabalhar! – sorri e dei-lhe um beijo. – Obrigada por contribuires para melhorar o meu dia!
- Nao queres que melhore o teu dia amanha?
- Auguste Rodin, 1886! – repetimos em coro, como costumavamos fazer.
- Andas a procura de alguma coisa especifica? – perguntou, olhando a gravura e tirando-me o livro da mao.
- Pintores e escultores franceses do sec XIX! – respondi timidamente.
- Hmmm... uma excelente escolha! – disse entregando-me o livro e sorrindo. – Vejo que sabes onde procurar.
- Tive um bom professor!
Sorriu e avançou na minha direcçao parando poucos centimetros antes de me tocar. Pude observa-lo perfeitamente, o mesmo rosto delineado, fortemente masculino, salpicando de uma barba de tres dias, ligeiramente mais branca do que me lembrava. O cabelo continuava curto como lho conhececera, grisalho, e a pele perfumada, com o mesmo cheiro suave de sempre.
Quem me dera saber quanto tempo passou desde o primeiro olhar na Fnac do Chiado ate ao momento em que ele se desenvencilhava atabalhoadamente da minha blusa e a atirava para junto da cama. Diria que nao demorara nem um minuto... estava confusa, sentia as maos dele em todo lado, como se nao fossem simplesmente duas, mas uma centena, era uma tortura e eu ja nao queria esperar. Puxei-o para mim, mas ele resistiu.
- Nao sejas impaciente... – sussurrou. Mas eu era... desde sempre.
- Chega, por amor de Deus! – desta vez nao o deixei replicar.
E foi um mar de recordaçoes aquele em que mergulhei. Ja nao me lembrava do contraste da minha urgencia com a paciencia dele, do talento da maturidade, da arte de quem sabe bem o que faz...
- Nao queres ficar mais um bocadinho? – perguntou.
- Tenho de ir trabalhar! – sorri e dei-lhe um beijo. – Obrigada por contribuires para melhorar o meu dia!
- Nao queres que melhore o teu dia amanha?
giovedì 17 novembre 2005
STA PASSANDO NOVEMBRE
Você
Você que tanto tempo faz,
Você que eu não conheço mais
Você que um dia eu amei demais
Você que ontem me sufocou
De amor e de felicidade
Hoje me sufoca de saudade
Você que já não diz pra mim
As coisas que preciso ouvir
Você que até hoje eu não esqueci
Você que, eu tento me enganar
Dizendo que tudo passou
Na realidade, aqui em mim
Você ficou
Você que eu não encontro mais
Os beijos que não lhe dou
Fui tanto pra você e hoje nada sou.
Marina Elali
Composição: Roberto Carlos
Você que tanto tempo faz,
Você que eu não conheço mais
Você que um dia eu amei demais
Você que ontem me sufocou
De amor e de felicidade
Hoje me sufoca de saudade
Você que já não diz pra mim
As coisas que preciso ouvir
Você que até hoje eu não esqueci
Você que, eu tento me enganar
Dizendo que tudo passou
Na realidade, aqui em mim
Você ficou
Você que eu não encontro mais
Os beijos que não lhe dou
Fui tanto pra você e hoje nada sou.
Marina Elali
Composição: Roberto Carlos
martedì 15 novembre 2005
lunedì 14 novembre 2005
L'AMORE CHE VORREI
Nao desesperes... por favor, nao desesperes... ainda que tudo te pareça perdido... faz como eu, que te sinto sempre tao longe, que te desejo sempre mais perto, que ja nao sei onde te encontro, em que palavras te ouço, em que ruas te perco...
Nao desesperes, nao percas o senso, nao queiras desistir de me encontrar a tua porta, porque, ainda que o tempo me pareça uma eternidade e haja momentos em que tambem eu tenho vontade de chorar, sei, porque sinto, que esse dia vai chegar e que quando acordar, ao meu lado estaras tu...
Nao desesperes, nao percas o senso, nao queiras desistir de me encontrar a tua porta, porque, ainda que o tempo me pareça uma eternidade e haja momentos em que tambem eu tenho vontade de chorar, sei, porque sinto, que esse dia vai chegar e que quando acordar, ao meu lado estaras tu...
mercoledì 9 novembre 2005
SARAI TU
E da un po' che ti penso, che ti sogno, che ti vedo... i tuoi gesti nei miei, sempre di piu', come una realta' che desidero, come una vita che verra'... sarai il mio piu' grande amore, il primo, l'ultimo, l'unico incancellabile ed eterno.
E da un po' che ti penso, piccolo mio, il tuo sorriso me lo immagino dolce e tenero, ti vedo fragile, ti prendo in braccio, ti amero'... sarai tu il figlio che avro'.
E da un po' che ti penso, piccolo mio, il tuo sorriso me lo immagino dolce e tenero, ti vedo fragile, ti prendo in braccio, ti amero'... sarai tu il figlio che avro'.
lunedì 7 novembre 2005
NIENTE DI VERO...
niente di vero, tranne gli occhi... sulle labbra soltanto bugie... vorrei capire, vorrei cambiare, vorrei scoprire come si fa a perdonare... niente di vero, tranne gli occhi... parole gridate, centomilla vite pero' niente di vero, tranne gli occhi... non c'e piu' niente di bello, non c'e musica tra di noi, e finita e non me ne pento... ho detto cio' che ho detto, ho detto cio' che penso, mi hai tradita, tutta me... quanto male mi hai fatto...
Di te? Niente di vero tranne gli occhi...
Di te? Niente di vero tranne gli occhi...
venerdì 4 novembre 2005
LA STORIA DI UN BACIO II
Aqui vai mais um pouco do meu livro... sem pretensao a publicaçoes, claro! :)
I
-Mãe, onde está a minha blusa azul clara que comprámos na quarta-feira? – Leonor desceu as escadas aos tropeções e de caminho teve tempo para provocar o irmão com uma palmada na cabeça. – Não a encontro!! Mãeee...
- Que foi, Leonor? – Matilde estava na cozinha a terminar de preparar o pequeno-almoço! – Importas-te de não gritar pela casa fora?
- Mãe, não encontro a minha blusa em lado nenhum! – disse um tom desesperado.
- Nem vais encontrar... está na máquina de lavar! As coisas que se compram primeiro lavam-se, depois é que se vestem! – respondeu-lhe a mãe sem tirar os olhos das torradas que barrava. – Há quantos anos te ando a ensinar isso?
- Não acredito! – exclamou a adolescente.
Matilde olhou para a filha e sorriu. Sabia muito bem o drama que aquilo podia ser para uma jovem de catorze anos, cheia de dúvidas, inseguranças, que passara a noite a pensar na blusa nova que tinha para estrear e de repente via os seus planos arruinados por uma mãe que punha tudo para lavar indiscriminadamente.
- Bolas, mãe, podias ter perguntado primeiro! – abandonou a cozinha, soltando lume pelos olhos.
- Eeeii!! – Lourenço cruzou-se com a filha mais velha nas escadas e pensou que acabara de passar por um furacão. – Esta fase nunca mais passa? – perguntou em jeito de brincadeira á mulher que se encostara á bancada de pedra.
- Está apenas a começar...! – disse sorrindo. – E depois desta tens mais um, terás bastante tempo para te habituares!
Ele deu a volta á mesa, aproximou-se da mulher e colocou uma mão de cada lado da bancada, deixando-a presa entre os seus braços. Ficou a observá-la em silêncio e viu um sorriso abrir-se-lhe no rosto em jeito de desafio. Lourenço olhou por cima do ombro certificando-se que nenhuma das crianças estava por perto.
- Estás muito sexy hoje... – atirou, ao mesmo tempo que lhe beijava o pescoço.
- A sério?
- Hmm-hmm! Tenho saudades tuas!
- Eu também tenho saudades tuas! – pousou a mão em cima da do marido. – Tenho saudades dos tempos em que podia fazer amor contigo quando me apetecia...
- Ainda podes... – beijou-a com urgência e puxou-a mais para si.
- Tenho é de me certificar que estás em casa e não a trabalhar como de costume! – pousou-lhe um leve beijo nos lábios e foi retirar do micro-ondas o leite para os cereais.
- Isso é uma queixa, Matilde?
- É, Lourenço! É uma queixa! – deixou o leite sobre a mesa e olhou o marido com intensidade. – Porquê, achas que não tenho motivos para me queixar?
Ele respirou fundo, pegou numa maçã e saiu de casa batendo a porta. Matilde ficou sozinha na cozinha, com uma mão sobre os lábios e com a habitual sensação de vazio no peito. Amava o marido desde o primeiro dia que o vira. Sentira naquele momento que nunca mais nada seria igual na sua vida e que iria com ele até ao fim do mundo, se lho pedisse. Haviam passado dezasseis anos e quando parava a olhar para ele conseguia lembrar-se de todos os motivos pelos quais se apaixonara. O altruismo, o bom senso, a inteligência... os olhos negros, as mãos fortes, a pele morena... depois de quinze anos de casamento ainda se sentia ansiosa pelo momento em que ele chegava e a abraçava, ainda pensava nele pelo menos cinquenta vezes por dia, ainda guardava na carteira os primeiros bilhetes de cinema e as primeiras fotografias dos dois. Continuava a desejá-lo como uma adolescente de dezassete anos e a sentir as forças abandonarem-na quando ele se aproximava para a despir.
- Mãe? – Afonso entrou na cozinha a arrastar o cão pela coleira! – Acho que o Goya tem fome!
Matilde sorriu e baixou-se para ficar á altura do filho e do cão. Agarrou o menino pela cintura e deu-lhe um beijo!
- Já lhe ponho comida, primeiro tens de tomar o pequeno almoço! – pegou nele e sentou-o á mesa. Fez uma festa no cão que se sentou como habitualmente ao lado do dono.
Pousou a taça dos cereais em frente ao filho e enquanto ele comia, aproveitou para o observar discretamente.
Aos cinco anos, Afonso era uma pequena cópia do pai. Pele escura, cabelo negro e olhos grandes. Os pormenores mais interessantes eram os das mãos e das expressões faciais. Perfeito. Era capaz de recordar com precisao o momento exacto em que sentira pela primeira uma onda de felicidade encher-lhe o coraçao de calor ao olhar para o filho. Tal como acontecera com Leonor alguns anos antes, soubera imediatamente que daria a vida por ele sem hesitar se precisasse e que o amaria mais que qualquer pessoa no mundo.
Afonso levantou os olhos da tigela ao sentir-se observado. Colocou a cabeça de lado e Matilde sorriu-lhe.
- Es lindo! – disse passando-lhe a mao pelo rosto.
- Es linda! – devolveu o filho com um sorriso aberto.
-Mãe, onde está a minha blusa azul clara que comprámos na quarta-feira? – Leonor desceu as escadas aos tropeções e de caminho teve tempo para provocar o irmão com uma palmada na cabeça. – Não a encontro!! Mãeee...
- Que foi, Leonor? – Matilde estava na cozinha a terminar de preparar o pequeno-almoço! – Importas-te de não gritar pela casa fora?
- Mãe, não encontro a minha blusa em lado nenhum! – disse um tom desesperado.
- Nem vais encontrar... está na máquina de lavar! As coisas que se compram primeiro lavam-se, depois é que se vestem! – respondeu-lhe a mãe sem tirar os olhos das torradas que barrava. – Há quantos anos te ando a ensinar isso?
- Não acredito! – exclamou a adolescente.
Matilde olhou para a filha e sorriu. Sabia muito bem o drama que aquilo podia ser para uma jovem de catorze anos, cheia de dúvidas, inseguranças, que passara a noite a pensar na blusa nova que tinha para estrear e de repente via os seus planos arruinados por uma mãe que punha tudo para lavar indiscriminadamente.
- Bolas, mãe, podias ter perguntado primeiro! – abandonou a cozinha, soltando lume pelos olhos.
- Eeeii!! – Lourenço cruzou-se com a filha mais velha nas escadas e pensou que acabara de passar por um furacão. – Esta fase nunca mais passa? – perguntou em jeito de brincadeira á mulher que se encostara á bancada de pedra.
- Está apenas a começar...! – disse sorrindo. – E depois desta tens mais um, terás bastante tempo para te habituares!
Ele deu a volta á mesa, aproximou-se da mulher e colocou uma mão de cada lado da bancada, deixando-a presa entre os seus braços. Ficou a observá-la em silêncio e viu um sorriso abrir-se-lhe no rosto em jeito de desafio. Lourenço olhou por cima do ombro certificando-se que nenhuma das crianças estava por perto.
- Estás muito sexy hoje... – atirou, ao mesmo tempo que lhe beijava o pescoço.
- A sério?
- Hmm-hmm! Tenho saudades tuas!
- Eu também tenho saudades tuas! – pousou a mão em cima da do marido. – Tenho saudades dos tempos em que podia fazer amor contigo quando me apetecia...
- Ainda podes... – beijou-a com urgência e puxou-a mais para si.
- Tenho é de me certificar que estás em casa e não a trabalhar como de costume! – pousou-lhe um leve beijo nos lábios e foi retirar do micro-ondas o leite para os cereais.
- Isso é uma queixa, Matilde?
- É, Lourenço! É uma queixa! – deixou o leite sobre a mesa e olhou o marido com intensidade. – Porquê, achas que não tenho motivos para me queixar?
Ele respirou fundo, pegou numa maçã e saiu de casa batendo a porta. Matilde ficou sozinha na cozinha, com uma mão sobre os lábios e com a habitual sensação de vazio no peito. Amava o marido desde o primeiro dia que o vira. Sentira naquele momento que nunca mais nada seria igual na sua vida e que iria com ele até ao fim do mundo, se lho pedisse. Haviam passado dezasseis anos e quando parava a olhar para ele conseguia lembrar-se de todos os motivos pelos quais se apaixonara. O altruismo, o bom senso, a inteligência... os olhos negros, as mãos fortes, a pele morena... depois de quinze anos de casamento ainda se sentia ansiosa pelo momento em que ele chegava e a abraçava, ainda pensava nele pelo menos cinquenta vezes por dia, ainda guardava na carteira os primeiros bilhetes de cinema e as primeiras fotografias dos dois. Continuava a desejá-lo como uma adolescente de dezassete anos e a sentir as forças abandonarem-na quando ele se aproximava para a despir.
- Mãe? – Afonso entrou na cozinha a arrastar o cão pela coleira! – Acho que o Goya tem fome!
Matilde sorriu e baixou-se para ficar á altura do filho e do cão. Agarrou o menino pela cintura e deu-lhe um beijo!
- Já lhe ponho comida, primeiro tens de tomar o pequeno almoço! – pegou nele e sentou-o á mesa. Fez uma festa no cão que se sentou como habitualmente ao lado do dono.
Pousou a taça dos cereais em frente ao filho e enquanto ele comia, aproveitou para o observar discretamente.
Aos cinco anos, Afonso era uma pequena cópia do pai. Pele escura, cabelo negro e olhos grandes. Os pormenores mais interessantes eram os das mãos e das expressões faciais. Perfeito. Era capaz de recordar com precisao o momento exacto em que sentira pela primeira uma onda de felicidade encher-lhe o coraçao de calor ao olhar para o filho. Tal como acontecera com Leonor alguns anos antes, soubera imediatamente que daria a vida por ele sem hesitar se precisasse e que o amaria mais que qualquer pessoa no mundo.
Afonso levantou os olhos da tigela ao sentir-se observado. Colocou a cabeça de lado e Matilde sorriu-lhe.
- Es lindo! – disse passando-lhe a mao pelo rosto.
- Es linda! – devolveu o filho com um sorriso aberto.
mercoledì 2 novembre 2005
I'LL MAKE UP FOR THIS I SWEAR...
I woke up today in London
As the plane was touching down
And all I could think about was monday
And maybe I'll be back around
If this keeps me away much longer
I dont know what I will do
You've got to understand its a hard life
That im going through
And when the night falls in around me
I dont think I'll make it through
I'll use your light to guide the way
Cause all I think about is you
Well L.A is getting kinda crazy
And New York is getting kinda cold
I keep my head from geting lazy
I just can't wait to get back home
And all these days I spend away
I'll make up for this I swear
I need your love to hold me up
When i'ts all too much to bear
As the plane was touching down
And all I could think about was monday
And maybe I'll be back around
If this keeps me away much longer
I dont know what I will do
You've got to understand its a hard life
That im going through
And when the night falls in around me
I dont think I'll make it through
I'll use your light to guide the way
Cause all I think about is you
Well L.A is getting kinda crazy
And New York is getting kinda cold
I keep my head from geting lazy
I just can't wait to get back home
And all these days I spend away
I'll make up for this I swear
I need your love to hold me up
When i'ts all too much to bear
martedì 25 ottobre 2005
ON N'OUBLIE JAMAIS RIEN, ON VIT AVEC...
Ce n'est jamais qu'une histoire
Comme celle de milliers de gens
Mais voila c'est mon histoire
Et bien sûr c'est différent
On essaie, on croit pouvoir
Oublier avec le temps
On n'oublie jamais rien, on vit avec
Forse non sei stato mai
Il presente che vorrei
E sbagliavo a fare tuoi
Quei progetti solo miei
Ma ho imparato a dire no
All'illusione che ci sei
Per vivere il ricordo che ho di noi
On a plusieurs vies
Mais une seul grande histoire de coeur
Quand l'amour s'enfuit,
Il n'y a jamais de vainqueur
Si on pouvait tout refaire
Balayer nos erreurs
On n'oublie jamais rien, on vit avec
by Laura Pausini e Helene Segara
Comme celle de milliers de gens
Mais voila c'est mon histoire
Et bien sûr c'est différent
On essaie, on croit pouvoir
Oublier avec le temps
On n'oublie jamais rien, on vit avec
Forse non sei stato mai
Il presente che vorrei
E sbagliavo a fare tuoi
Quei progetti solo miei
Ma ho imparato a dire no
All'illusione che ci sei
Per vivere il ricordo che ho di noi
On a plusieurs vies
Mais une seul grande histoire de coeur
Quand l'amour s'enfuit,
Il n'y a jamais de vainqueur
Si on pouvait tout refaire
Balayer nos erreurs
On n'oublie jamais rien, on vit avec
by Laura Pausini e Helene Segara
venerdì 21 ottobre 2005
FIX IT
Se la notte si fa scura e dentro e sempre buio... ecco... trovo una nuova parola... ancora!
When you try your best but you don't succeed
When you get what you want but not what you need
When you feel so tired but you can't sleep
Stuck in reverse
And the tears come streaming down your face
When you lose something you can't replace
When you love someone but it goes to waste
could it be worse?
Lights will guide you home
and ignite your bones
And I will try to fix you
by Coldplay
When you try your best but you don't succeed
When you get what you want but not what you need
When you feel so tired but you can't sleep
Stuck in reverse
And the tears come streaming down your face
When you lose something you can't replace
When you love someone but it goes to waste
could it be worse?
Lights will guide you home
and ignite your bones
And I will try to fix you
by Coldplay
mercoledì 19 ottobre 2005
FORSE UN GIORNO CAPIRAI
Nao percebo... nunca percebo o que me dizes, porque o dizes e que alturas escolhes para o dizer... porque e que nao fazes as perguntas que queres fazer, porque contornas questoes que nao devias e acabas por insistir sempre nas que ja foram discutidas mil vezes... juro que nao percebo porque e que nao me percebes!
Sim, esta e para ti!
Sim, esta e para ti!
venerdì 14 ottobre 2005
A MINHA MANEIRA
Hoje vai ser a minha maneira... toma um bom duche e espera por mim... so se quiseres e a minha maneira... nao vou demorar, podes esperar... tenho uma surpresa... mas ha uma regra! Nao podes falar, nao abras a boca, do principio ao fim, e a minha maneira e se nao cumprires... acaba-se o jogo, conheces-me bem, sabes que paro tudo, esteja em que ponto estiver...
E a minha maneira... que dizes? Aceitas?
E a minha maneira... que dizes? Aceitas?
mercoledì 12 ottobre 2005
QUERO VER-TE... MAIS UMA VEZ
Nem sei o que estou aqui a fazer. Paro o carro, desligo o motor e deixo-me ficar, quieta, imovel, cheia de duvidas.
Nao vejo ninguem, abro a porta e olho em volta.
“Ha coisas que nunca mudam!” ouço a voz dele e vejo-o aparecer por tras do meu carro. Nao tenho tempo para me assustar. O coraçao inicia um batimento irregular, desordenado, como sempre me acontecia quando o ouvia.
Continuo sem dizer nada enquanto ele se aproxima. Para alem do batimento cardiaco, sinto as maos frias e a respiraçao entrecortada.
Esta a menos de um metro, estende a mao para me tocar e eu desvio o rosto.
“O que e que queres?” atiro.
“O mesmo que tu!”
Agora esta tao perto que lhe sinto a respiraçao descompassada. Sinto-o tremer como antes e nem me apercebo que tem as maos na minha cintura, so o sinto quando me puxa contra si. Nao demorou nada, foi como um relampago, o beijo, o mesmo sabor, o mesmo doce que lhe mora nos labios, a mesma lingua que reconheço de olhos fechados.
“Tenho os joelhos a tremer” digo-lhe quando se afasta lentamente, ao mesmo tempo que me encosto ao carro.
Ele sorri.
“Ninguem me toca como tu” diz-me baixinho, ao mesmo tempo que repete o beijo e volta tudo ao primeiro dia. O desejo, a urgencia, a corpo que reconhece cada cheiro, cada sabor.
“Nao!” empurro-o. “Desaparece da minha vida!” Abro a porta do carro, mas nao tenho sequer tempo para entrar. Com uma mao apenas agarra-me o braço, fecha a porta e com a força do proprio corpo encosta-me ao carro. E mostra-me que se lembra de tudo, que so ele sabe tudo sobre mim, o que quero, o que gosto e o que sou... e eu nao tenho duvidas, ele e o inferno a que nunca saberei dizer nao!
Nao vejo ninguem, abro a porta e olho em volta.
“Ha coisas que nunca mudam!” ouço a voz dele e vejo-o aparecer por tras do meu carro. Nao tenho tempo para me assustar. O coraçao inicia um batimento irregular, desordenado, como sempre me acontecia quando o ouvia.
Continuo sem dizer nada enquanto ele se aproxima. Para alem do batimento cardiaco, sinto as maos frias e a respiraçao entrecortada.
Esta a menos de um metro, estende a mao para me tocar e eu desvio o rosto.
“O que e que queres?” atiro.
“O mesmo que tu!”
Agora esta tao perto que lhe sinto a respiraçao descompassada. Sinto-o tremer como antes e nem me apercebo que tem as maos na minha cintura, so o sinto quando me puxa contra si. Nao demorou nada, foi como um relampago, o beijo, o mesmo sabor, o mesmo doce que lhe mora nos labios, a mesma lingua que reconheço de olhos fechados.
“Tenho os joelhos a tremer” digo-lhe quando se afasta lentamente, ao mesmo tempo que me encosto ao carro.
Ele sorri.
“Ninguem me toca como tu” diz-me baixinho, ao mesmo tempo que repete o beijo e volta tudo ao primeiro dia. O desejo, a urgencia, a corpo que reconhece cada cheiro, cada sabor.
“Nao!” empurro-o. “Desaparece da minha vida!” Abro a porta do carro, mas nao tenho sequer tempo para entrar. Com uma mao apenas agarra-me o braço, fecha a porta e com a força do proprio corpo encosta-me ao carro. E mostra-me que se lembra de tudo, que so ele sabe tudo sobre mim, o que quero, o que gosto e o que sou... e eu nao tenho duvidas, ele e o inferno a que nunca saberei dizer nao!
martedì 11 ottobre 2005
QUERO VER-TE
O telemovel tocou. Olhei para ele com desdem, odeio atender telefones. Estendi a mao, consultei o visor que me informou que o numero era anonimo.
“Sim?” atendi
“Ola!”
O meu mundo estremeceu. Senti frio na barriga e um no na garganta que me impedia de responder.
“O que e que queres?” perguntei instintivamente.
“Quero ver-te!”
Era preciso muita lata. Depois de quase cinco anos de silencios, saudades, recordaçoes, eis que reaparecia na minha vida, reclamando o lugar que sabia pertencer-lhe.
“Nao mudaste de numero... sabias que acabaria por te procurar, nao sabias?”
Cabrao, idiota, continuava a conhecer-me melhor que eu propria.
“Das-te muita importancia!” respondi irritada.
“Quero ver-te” repetiu.
“Quero que vas morrer longe!”
Ele riu-se do outro lado da linha. O mesmo riso aberto e a mesma voz rouca.
“Estas a dar-me luta?” perguntou. “Fico a tua espera... sabes bem onde!”
E desligou.
“Sim?” atendi
“Ola!”
O meu mundo estremeceu. Senti frio na barriga e um no na garganta que me impedia de responder.
“O que e que queres?” perguntei instintivamente.
“Quero ver-te!”
Era preciso muita lata. Depois de quase cinco anos de silencios, saudades, recordaçoes, eis que reaparecia na minha vida, reclamando o lugar que sabia pertencer-lhe.
“Nao mudaste de numero... sabias que acabaria por te procurar, nao sabias?”
Cabrao, idiota, continuava a conhecer-me melhor que eu propria.
“Das-te muita importancia!” respondi irritada.
“Quero ver-te” repetiu.
“Quero que vas morrer longe!”
Ele riu-se do outro lado da linha. O mesmo riso aberto e a mesma voz rouca.
“Estas a dar-me luta?” perguntou. “Fico a tua espera... sabes bem onde!”
E desligou.
lunedì 10 ottobre 2005
E PORQUE HAVERIAS DE QUERER...
E por que haverias de querer minha alma
Na tua cama?
Disse palavras líquidas, deleitosas, ásperas
Obscenas, porque era assim que gostávamos.
Mas não menti gozo, prazer, lascívia
Nem omiti que a alma está além, buscando
Aquele Outro.
E te repito: por que haverias
De querer minha alma na tua cama?
Jubila-te da memória de coitos e de acertos.
Ou tenta-me de novo.
Obriga-me.
by Hilda Hilst
giovedì 6 ottobre 2005
E PIOVE...
Entre as nossas recordaçoes, as tuas palavras numa folha de papel, num dia de chuva em que as tuas maos foram as minhas:
(...) batem na porta
Não precisa ver quem é
Pra sentir a impaciência
Do teu pulso de mulher
Um olhar me atira à cama
Um beijo me faz amar
Não levanto, não me escondo
Porque sei que és minha
Dona... (...)
Na tarde em que a chuva mudou a minha vida quero que saibas... ti amo!
Pippo
mercoledì 5 ottobre 2005
LA PROSPETTIVA DI ME
Eccomi... arrivata al punto senza ritorno, ad una strada senza via d'uscita... ci sto, debbole, impaurita, spaventata, ma ci sto... un'ultimo sorso di coraggio e saro' libera!
Devo pero' trovarmi l'altra parte, senza la qualle ovviamente mi trovo smarrita... sento che stavolta ti trovero', non mi proteggero', lo giuro!
lunedì 3 ottobre 2005
AMAR...
Amar é quando não dá mais pra disfarçar
Tudo muda de valor
Tudo faz lembrar você
Amar é a lua ser a luz do seu olhar
Luz que debruçou em mim
Prata que caiu no mar
Suspirar, sem perceber
Respirar o ar que é você
Acordar sorrindo
Ter o dia todo pra te ver
O amor é um furacão, surge no coração
Sem ter licença pra entrar
Tempestade de desejos
Um eclipse no final de um beijo
O amor é estação, é inverno, é verão
É como um raio de sol
Que aquece e tira o medo
De enfrentar os riscos, se entregar
Amar é envelhecer querendo te abraçar
Dedilhar num violão
A canção pra te ninar
by Cleberson Horsth - Ricardo Feghali (Roupa Nova)
Tudo muda de valor
Tudo faz lembrar você
Amar é a lua ser a luz do seu olhar
Luz que debruçou em mim
Prata que caiu no mar
Suspirar, sem perceber
Respirar o ar que é você
Acordar sorrindo
Ter o dia todo pra te ver
O amor é um furacão, surge no coração
Sem ter licença pra entrar
Tempestade de desejos
Um eclipse no final de um beijo
O amor é estação, é inverno, é verão
É como um raio de sol
Que aquece e tira o medo
De enfrentar os riscos, se entregar
Amar é envelhecer querendo te abraçar
Dedilhar num violão
A canção pra te ninar
by Cleberson Horsth - Ricardo Feghali (Roupa Nova)
giovedì 29 settembre 2005
HO BISOGNO DI PACE
Se ha momentos na vida em que jogamos tudo o que temos, este e definitivamente um deles para mim! Estou na recta final de uma etapa muito importante e nao ha meios termos, ou o sucesso total ou completa derrota pessoal... no fim descobrirei se tenho de pagar os erros cometidos ou se ainda vou a tempo de me salvar... estou inquieta, assustada, intranquila, tenho vontade mas nao tenho força, quero acreditar mas estou a perder a fe... preciso de luz... da Tua luz... ajuda-me!
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